O vento

Passa por mim,
com um assobio leve,
num soprar sem fim,
ignorado passado que teve.

Refresca-me a cara
com a frescura da água
mostrando que não há mágoa
que com tempo não sara

Uma força suave,
que destruição trás,
atingindo toda a cave,
que procure paz.






Magia invisível
frio insensível
c a u s a   d  e     s     e     s     p        e      r     o
a    q u e  m           n     ã     o        t    e    m       

   t   e   m    p   e     r     o



Espalha a vida,
trás o choro das nuvens,
por ações selvagens,
pela terra querida.

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